Intolerância religiosa gera bate-boca entre vereadores na Câmara do Rio – Jornal O Dia

jornal ExtraA polêmica da troca de ofensas entre o pastor Silas Mafalaia e o jornalista Ricardo Boechat provocou um bate-boca de quase uma hora entre vereadores, na Câmara Municipal, nesta terça-feira.

Célio Lupparelli (DEM) usou seu espaço na tribuna para criticá-los, opinando que ambos, como comunicadores, não deram exemplo e contribuíram para incitar a intolerância religiosa.

 

Vereadores chamam de ‘desumana’ a situação de pacientes no Souza Aguiar

souza-aguiarO forte calor que está castigando pacientes internados nas enfermarias do quinto, sexto e sétimo andares que ainda não são climatizados no Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro, virou objeto de investigação do Ministério Público.Um inquérito para apurar o assunto está em andamento. Nesta quinta-feira, os vereadores Paulo Pinheiro (Psol) e Célio Lupparelli (DEM), da Comissão de Saúde da Câmara Municipal do Rio, realizaram uma vistoria na unidade e constataram as denúncias.

 

Guias pedem mais incentivo ao turismo em favelas do Rio – Agência Brasil

guia-turismo2O problema foi debatido ontem (5) na Câmara Municipal do Rio, depois de o vereador Célio Lupparelli (DEM) apresentar projeto de lei proibindo o turismo degradante nas comunidades. Para Lupparelli, a preocupação surgiu com as denúncias. Ele explicou que o projeto será construído com a participação dos guias locais. A próxima reunião na câmara está marcada para o dia 26.

Guias de turismo de favelas reclamam do monopólio das grandes agências – Jornal do Brasil

guia-turismo2A audiência pública presidida pelo vereador Célio Lupparelli (DEM), nesta terça, na Câmara Municipal, do Rio, para debater o projeto de sua autoria que proíbe o turismo degradante – o que explora a miséria nas comunidades – foi marcada por um embate entre os guias de turismo do Santa Marta e a diretora de planejamento da Riotur, Dircélia Pimentel.  “O que a senhora acha de uma agência chegar ao Santa Marta com 100 turistas, cobrar R$ 180 de cada turista, faturar R$ 18.000 e não deixar nada na favela?”.